Vitamina D: por que ela é tão importante, e quem precisa ficar atenta
24.11.2025 | Saúde

A vitamina D ficou famosa nos últimos anos, e não é à toa.
Ela está ligada à saúde dos ossos, imunidade, músculos e até do humor.
Mas muita gente ainda não sabe como ela funciona, quem tem mais risco de deficiência e quando vale buscar orientação.
A boa notícia? Com alguns cuidados simples no dia a dia, já é possível manter níveis saudáveis, sem gastar muito.
Afinal, o que é a vitamina D?
Apesar do nome, a vitamina D funciona como um hormônio no nosso corpo.
Ela é essencial para:
fortalecer ossos e dentes
ajudar na absorção do cálcio
manter os músculos funcionando bem
apoiar o sistema imunológico
O corpo até consegue produzir vitamina D sozinho, mas precisa de uma coisa essencial: luz do sol.
Como o corpo produz vitamina D
Quando a pele recebe sol de forma segura, o organismo ativa a produção natural.
Mas alguns fatores atrapalham:
usar protetor solar e não reaplicar (bloqueia parte da produção)
passar muito tempo em ambientes fechados
morar em locais com menos sol
pele mais escura (precisa de mais tempo de exposição)
idade acima de 60 anos
Importante: exposição ao sol não significa se queimar. O objetivo é segurança, não exagero.
Sinais que podem indicar baixa vitamina D
A deficiência só pode ser confirmada com exame, mas algumas pessoas podem perceber:
cansaço frequente
fraqueza muscular
dores nos ossos ou nas costas
quedas constantes em idosos
baixa imunidade (vive pegando infecções)
Esses sinais são inespecíficos, ou seja, podem ter outras causas, por isso, nada de se diagnosticar sozinha.
Quem deve ficar mais atent
Alguns grupos têm maior chance de deficiência:
mulheres acima de 50 anos
pessoas com pele mais escura
quem usa pouca exposição ao sol
gestantes e lactantes
idosos
pessoas com obesidade
quem fez cirurgia bariátrica
quem usa certos medicamentos (como corticoides e anticonvulsivantes)
Para esses grupos, acompanhamento é ainda mais importante.
Como manter níveis saudáveis, sem exagero
1) Sol com segurança
exposição leve, braços ou pernas
antes das 10h ou depois das 16h
de 10 a 15 minutos, dependendo do tom de pele
SEM queimadura e SEM excessos
Obs.: Em caso de melasma, câncer de pele ou alergias ao sol, seguir orientação médica.
2) Alimentação que ajuda
A comida não supre tudo, mas pode contribuir:
ovos
sardinha e atum
fígado
leite e derivados fortificados
Dica: alimentação equilibrada ajuda mais do que um único alimento “milagroso”.
3) Suplementação, quando é indicada?
Suplementar não é para todo mundo.
A indicação depende de:
exame de sangue
histórico de saúde
orientação médica ou farmacêutica
Evite:
❌ comprar por conta própria
❌ doses altas sem acompanhamento
❌ tomar só porque “a amiga toma”
Excesso de vitamina D também faz mal.
Quando procurar orientação profissional
Procure o médico ou farmacêutico se você:
recebeu resultado de exame alterado
tem sintomas persistentes
pertence a grupo de risco
já usa suplementação e quer ajustar
está grávida ou amamentando
A avaliação correta evita erros e garante segurança.
Mitos comuns sobre vitamina D
❌ “Tomar sol sem protetor faz bem pra saúde”
✅ O protetor é essencial, é possível produzir vitamina D com exposição segura.
❌ “Todo mundo precisa suplementar”
✅ Cada organismo é diferente. Suplementação só com orientação.
❌ “Quanto mais sol, melhor”
✅ Excesso causa queimaduras e envelhecimento da pele.
Conclusão: equilíbrio é a chave
A vitamina D é importante, mas não precisa virar motivo de preocupação.
Com sol seguro, alimentação equilibrada e acompanhamento quando necessário, é possível manter níveis adequados sem complicação, e sem gastar muito.
Cuidar da vitamina D é cuidar do corpo todo.
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Aqui você recebe orientação segura sobre suplementação e cuidados com a saúde, com opções acessíveis e atendimento que cuida de você o ano inteiro. 💛
